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WorldWeWant2015 Content
on Fri, September 28, 2012 at 01.48 am
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Past Events: Infos and Material

Details:
December 18-20, 2012
December 10-11, 2012
Novermber 27 - December 19
November 19 - December 21
November 23, 2012
  • High Level Panel Discussion on Food Security and Nutrition in the Post 2015 Development Agenda - Nicosia, Cyprus
  • Click here for a general overview
  • Click here for the opening remarks by Minister of Foreign Affairs Dr. Erato Kozakou-Marcoullis

November 16, 2012 

October 11 - 12, 2012

September 27, 2012

September 26, 2012

  • Delivering on the MDGs: Accelerating for the Future





September 25, 2012

September 24, 2012

September 23, 2012

September 22, 2012

 
Visibility: 
Public
Anonymous from
Mon, January 28, 2013 at 05.03 am
Good idea for student research for knowledge to know about others country.
Anonymous from
Sun, January 20, 2013 at 10.00 am
为了我们想要的美好的2015年,我们在积极的努力探索如何构建世界2015年以后的美好愿景,人人都能够得到美好的教育环境,人人都能享受到可持续发展带来的幸福环境!所以我们要尽我们的责任大力宣传和推广联合国提出的千年发展目标,我们也希望世界各国履行承诺,确保在2015年完成联合国提出的各项目标和联合国2015年以后确定的各项议程目标。 亚洲文化艺术家联合会(Asia Cultural Artists Association)将于2013年5月18日至20日在中国三门峡市举办第七届亚洲财富论坛(The 7th Asia Riches Forum),第七届亚洲财富论坛(The 7th Asia Riches Forum)主题:环境生态文明可持续发展奔向联合国千年发展目标2015。
João Paulo Kahilu dos Marcos from
Wed, November 7, 2012 at 07.35 pm
Associação para o Desenvolvimento da Sociedade Civil Angolana - ADSCA

Sendo que nenhum país ou colectividade se encontra ao abrigo da violencia tendo em conta as informações na mídia e imagens televizadas, os discursos oficiais e noticias das imprensas e os próprios acontecimentos e ocorrencias da violência nas nossas sociedades e/ou comunidades, já trata-se de uma chama universal, um desafio planetário que destroi o tecido social e que ameaça a vida, a saúde e a propriedade de todos por que a violência é responsável, no mundo, por um milhões de morte, figurando como uma das principais causa de desigualdade de gênero, desaparecimento de pessoas entre os 15 e 44 anos de idade representando por isso 14% das mortes masculinas e 7% das mortes femininas;


O fenómeno transcendendo as fronteiras nacionais, reliogiosas, culurais, económicas, etno-sociais, com origem em todo um contexto social e num complexo conjunto de valores, tradições, costumes, hábitos e crenças que estão intimamente ligados à desigualdade sexual considerado como reflexo das amplas estruturas de desigualdade económica e social geralmente aceite e tolerada na sociedade que consideram o homem como superior em relação à mulher que ele utiliza como máquina de produção ao seu serviço;


Em Àfrica e no contexto particular de Angola, onde o poder patriarcal é ainda muito acentuado e quase predominante com a ausência e limite do espaço para emancipação e ascenção da mulher à igualdade, afim de poder também participar nos encontros de interesse público, dar suas opiniões e pontos de vista sobre questões levantadas em discussões e influenciar suas decisões na esfera pública, a violência contra mulher frequente sobretudo nas áreas rurais conservadoras da cultura tradicional, é um fenómeno social enraizado na sociedade angolana, ainda por sua própria natureza patriarcal e como um factor associado às repercussões e consequências da guerra civil que assolou o país, onde a violência praticada por companheiros de sexo masculino atinge dimensões alucinantes com uma categoria conceitual;


Uma vez que tal violência não se limita só às situações de violências vivenciadas apenas no interior ou ambiente da família, mas agregam-se outras situações de estupro praticado por estranhos, as diversas formas de assedios sexuais vivenciados seja no trabalho ou em outros espaços privados e públicos. Contudo vale notar o quanto é difícil lidar com a diversidade e significados que possui o conceito de violência nas nossas sociedades que acaba por resumir-se em “violência contra mulher”;


O termo “Violência doméstica e de gênero” descrevendo a violência ocorrida em família, comunidades e outro espaços públicos não apenas só contra a mulher, mas as vezes, utilizado para designar neste sentido mais lato, a violência doméstica e de gênero que engloba o abuso de crianças, (físico, sexual ou psicológico), fugas de paternidade, a violência entre meios irmãos, o abuso ou negligência de idosos por parte dos respectivos filhos. Depois de ter concluído que em muitos casos a vítima da violência é, quase sempre, a mulher e o agressor é também, quase sempre, o homem, servindo-se das estruturas da sociedade para confirmação desta desigualdade, no contexto da presente acção, o termo “violência doméstica e de gênero” designa a agressão de carácter físico, sexual e/ou psicológico, infligida à mulher por parte do marido ou parceiro sexual, familiar, visinhos, colegas de serviços que ocorre em espaços domésticos, públicos ou privados e locais de serviços.


De facto, o perfil do próprio agressor em si, não sendo só aquele, que no geral, se imagina, associado à pouca escolaridade e oriúndo de meio social desfavorecido ou rural mas a incidencia “violência doméstica e de gênero” parecendo mesmo com as desigualdades de salários, falta de acesso igualitário à empregos remunerados, desigualdade no acesso à educação, à cargos de direcção e responsabilidade, nos assentos parlementares, mas quase a metade de autores da violência violência doméstica e de gênero contra a mulher são os profissionais universitários portadores de um diploma universitário, profissionais de saúde, militares..., não era possivel fixar ou determinar o perfil e a categoria social do agressor ou da vítima, se por um lado as estatiscas revelam o maior número entre as donas de casas e suas empregadas domésticas, profissionais liberais vitimadas pela violência doméstica e a taxa é cada vez mais alarmante…;


Angola sendo um país assinatário de compromissos e vários outros pactos internacionais de direitos fundamentais relativos à protecção e integridade física e à não-discriminação de mulheres dentro dos limites das fronteiras do seu território nacional, à luz de medidas de acção adoptadas nas últimas decadas à nivel internacional contra a violencia sobre as mulheres, apesar da política da criação do Ministério da Familia e Promoção da Mulher, MINFAMU, com representações à nível de cada Província e município de Angola, tendo como mandato de promover a igualdade de gênero com vista à prevenir e erradicar todas as formas de discriminação contra as mulheres e facilitar-lhes o acesso ao mercado de trabalho, educação, sistema politico-partidário, as esferas culturais com vista a direccionar um tratamento equitativo quando se encontram em situações de violências denunciadas;


E com a existência de serviços policiais desempenhando um importante papel e chave na prestação de seus serviços para uma resposta efectiva e rápida ao problema da violência doméstica contra as mulheres e na protecção à respectiva vítima, tendo em conta a disponibilidade de seus serviços 24/24 horas e 7/7 dias por semana à todos os níveis, a polícia possui uma linha de emergência e os seus serviços cobrem uma área geográfica considerável. Estão disponíveis para dar uma resposta rápida a casos de violência doméstica, por isso é preciso investir na formação prévia da polícia no sentido de poder compreender a dinâmica deste fenómeno para controlar ou eliminar comportamentos sociais inaceitáveis e desenvolver as capacidades para lidar com a violencia e prevenir a sua repetição ou reincidência, isto fará com que os casos de discriminação, violência doméstica contra a mulher denunciados e detectos sejam punidos devidamente;


Mas no entanto, sem dúvida nenhuma, apesar da criação desta Instituição pública e da legislação que condena a violência doméstica e de gênero, esta prática continua à ser perpetrada e estima-se que em Angola, cada vez mais uma em cada cinco mulheres já sofreu ou seja já foi vitima de violencia, uma em cada três espancada ou coagida à ter ou manter relações sexuais forçadas, intimidadas … tal facto com o seu padrão de masculinidade hegemónica e heterossexual vem sofrendo mudança em função de desestruturaçoes multiplas, institucionais e representacionais e não impede que se constate em certos dominios, ainda a presencia masculina com índices significativos de dominação, manifestos via práticas patriarcais, sexistas e violentas;


É de saber que cada país tendo uma política sua e uma estrategia própria para tratar da violência contra a mulher, dependendo do seu grau de civilização assim como de suas especifidades culturais, é como o caso do código penal em vigor em Angola, que foi concebido geralmente para tratar de violências que ocorrem em espaços públicos, mas não para administrar conflitos de violência tipificada e peculiar do espaço doméstico-privado, ao analisar e observar os casos, em algumas Direcções da Família e Promoção da mulher e serviços policiais à nível dos municipios, o atendimento às mulheres em sua maioria é feito por agentes que não foram suficientemente treinados ou preparados na perspectiva de gênero que carregam percepções inconscientes à respeito do masculino e feminino e actuam suas interpretações preconceituosas em relação aos papeis de agredidas e agressores e produzem discursidades e imagens completamente erroneas sobre mulhres e homens, também é notório remarcar as dificuldades que muitos desses agentes tem para compreender a dinámica da violência contra mulher, como também o fato de ser policia e/ou trabalhar numa unidade policial ou em qualquer outra Instituiçao de Atendimento às mulheres não garante o atendimento necessariamente eficaz às vítimas e compreender devidamente lógicas produtoras da violência nos espaços domésticos, da interpessoalidades ou intersubjectividades, sem formação prévia e como consequência 50% de processos são arquivados;


A presente acção que se enquadra no plano de acção nacional do Governo de Angola para igualdade de gênero e combate à violencia em todas as suas formas contra mulher e inscrita nas prioridades da cooperação bilateral e multilateral das Nações Unidas para a defesa dos direitos humanos em geral, que particularmente visa promover a igualdade de gênero e luta contra violência doméstica e de gênero, através da cooperação entre as organizações Intergovernamentais, Organizações Não governamentais ONGs tantos nacionais, regionais como internacionais, Organizações locais da sociedade civil, em colaboração com a sociedade civil angolana, inclusive na área jurídica e na da formação com especial atenção, não só no quadro da Iniciativa das Nações Unidas para a Democracia e os Direitos do Homem em favor das mulheres, mas como no de outros instrumentos internacionais adequados do mundo inteiro;


A presente intervenção tendo como objectivo geral promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres visa realizar as actividades que serão executadas ou levadas à cabo em cinco eixos: 1) apoiar se isto for o caso, o plano de acção do Governo de Angola para promoção da igualdade de gênero entre os homens e as mulheres; 2) reforçar as capacidades institucionais dos profissionais chamados à lidar com a violência contra as mulheres, suas causas e consequências nomeadamente os agentes da policia nacional, funcionários da justiça e de serviços prisionais, pessoal da saúde e da educação, comunicação social e das Secções de base Municipais da Família e Promoção da Mulher, para que possam receber uma formação prévia adequada e apropriada; 3) dar atendimento e acompanhamento psicológico, social, jurídico, orientação e informação às mulheres vítimas de violência, resguardando e fortalecendo sua autoestima e possibilitando que se tornem protagonistas de seus próprios direitos para não ninguém falar em nome delas sem a voz delas próprias; 4) fortalecer as mulheres com formações de capacitação económica para que se tornem protagonistas de seus próprios direitos, ampliando seu nível de conhecimentos, auto-estima e entendimento sobre as relações de gênero; 5) formar uma equipa dos activistas de direitos da mulher para poder assistir social e juridicamente as mulheres vítimas de violência do mundo inteiro, assim como participar do processo educativo através de realização de palestras e teatros de rua, nas escolas, praças ou mercados, unidades policiais e militares, hopitais e vários outros locais públicos e de serviços;


A ideia de conceber a presente acção não surgiu-nos à partir deste consulta popular das Nações Unidas com a sociedade civil mas à partir de casos frequentes de ocorrências da violência de gênero generalizadas quase em todo espaço do território nacional e do mundo, publicados na imprensa e vários outros meios de comunicação social, alguns casos de violências de gênero que se vivem nas nossas próprias áreas de residência e que nós próprios fomos viver e constatar durante o nosso universo de inquérito realizado nas Províncias de Luanda (Municípios de Viana, Cazenga, Sambizanga, Kilamba-Kiaxi e Samba), Lunda-Note ( Dundo), Lunda-Sul (Municípios de Saurimo, Cacolo, Muconda e Dala), Moxico (Municípios de Luena, Lumbala-Nguimbo, Cazombo, Lumege Cameia e Luau) e Uíge (Negage).


Tendo como duração 24 mêses, esta acção visa atingir os seguintes resultados: realizados seminários e workshops de capacitação do pessoal de serviços públicos de atendimento às mulheres; realizadas campanhas de Informação, Educação e Comunicação as comunidades em geral e mulheres vítimas em particular; encaminhados os casos de mulheres em situação de violência doméstica e de gênero, mulheres migrantes e vítimas de tráfico as instituições de tutela do Governo de angola;


Tendo em conta a descrição da lógica da problemática de intervenção, para atingir os resultados esperados da presente acção, será realizados seminários e workshop de capacitação, conferencias e debates; palestras e campanhas de informação, educação e comunicação com vista à dotar aos participantes beneficiários do projecto conhecimentos e aptidões para a sua consciencialização e compreensão da problemática, desenvolver elevados níveis de sensibilidade e reforçar o tipo de resposta interdisciplinar para melhoria da qualidade de prestações de seus serviços. As conferências e debates, palestras e campanhas de informação, educação e comunicação contribuirão à consciencializar as pessoas para mudança de comportamentos e mentalidades, despertar as mentes de membros das respectivas comunidades para que tenham interesse aos assuntos relacionados à igualdade de gênero e consigam reagir contra a discriminação feminina e desigualdade de gênero, desenvolvendo capacidades para lidar com a violência e prevenir a sua repetição.


Como em todas as actividades de campanhas de sensibilização, o suporte e a participação da mídia e comunicação social, para melhor educação e transmissão de conhecimentos ao público alvo é indispensável, tendo em conta os objectivos da presente acção foi considerada uma parceria formal com o Fórum das Mulheres Jornalistas para Igualdade de Gênero/FMJIG, as Direcções Provinciais da Família e Promoção da Mulher/DIFAMU para assegurar a advocacia e influenciar a participação do Governo, suas Instituições interessadas e das próprias comunidades, tendo em consideração o papel importante da policia no desempenho de suas funções como contribuição para uma resposta efectiva ao problema da violência doméstica e a protecção à respectiva vítima, a Associação de Apoio à Mulher Policia de Angola/AAMPA como parceira social na presente acção, influenciará o envolvimento, participação e colaboração de serviços policiais no atendimento às mulheres que se encontram em casos de violência denunciada e na aplicação de algumas medidas preventivas para prevenir e erradicar esta prática danosa e ciente do papel das Igrejas como parceiras sociais do Governo, poderão disponibilizar das equipas dos activistas de direitos da mulher para poder assistir social e juridicamente as mulheres vítimas de violência, assim como participar no processo educativo através de realização de palestras e teatros de rua, nas escolas, praças ou mercados, unidades policiais e militares, hopitais e vários outros locais de serviço e de interesse público.


Embora que não seja possível ter uma noção exacta da real dimensão da violência doméstica contra as mulheres, os seus resultados são bastantes claros.

Para além das consequências físicas já referidas na presente acção, estas mulheres sofrem de problemas físicos e psicológicos, sofrem de ansiedade, depressão e problemas psicossomáticos em doses significativamente mais elevadas do que as que não são alvo do mesmo tipo de actos de violência. Vivem em constante estado de stress de medo perante a agressão iminente, estão sujeitas à depressão, o que pode conduzir à taxas de suicídio mais elevadas do que as verificadas em mulheres que não sofrem violência;


As consequências adversas da violência doméstica ou familiar não se limita à vítima de abuso, mas as vezes, existem circunstâncias em que o próprio agressor sofre as consequências do seu comportamento, perante mulheres determinadas que acabam por assassinar os maridos em resposta, na maioria dos casos, à um ataque imediato ou ameaça de ataque;


Ou também, a violência domestica é prejudicial para familiares e outras pessoas (vizinhas, conhecidas) que tentam intervir para acudir a vítima ou o agressor, podem pois, do mesmo modo, correr o grande risco de ser agredidas ou assassinadas, até as crianças ou os próprios filhos de casas correm este mesmo risco, quer ao tentar intervir, por acaso, para acudir e/ou proteger a mãe agredida pelo pai;


E como repercussões, o efeito das crianças assistir às cenas e actos conflituosos de violência contra a mãe, lhes levam à sofrer mais distúrbios comportamentais e diminuam nelas capacidade de socialização em relação à outras crianças ao abrigo da violência, favoriza nelas também práticas de crimes graves na idade adulta como é o caso de Angola que quere adoptar uma lei que reconheça hoje a cadeia dos menores a partir do 14 (Quatorze anos de idade (agressões, tentativas de violação, homicídios, raptos...), abandono das casas por parte de crianças de rua, problemas de cadeia de crianças menores como também a Lei atua casos de crimes cometidos sem nada haver com a idade de quem o cometeu;


Para além dos enormes custos pessoais da violência doméstica, são os custos de ordem social e económico, que incluem o estigma do núcleo familiar, o isolamento social e dependência de grupos de apoio ou segurança social e essa dependência pode ser temporária ou crónica, psicológica e económica.


Para permitir a nossa intervenção de continuar o seu impacto após a conclusão da acção nos limites previstos até 2015, é preciso criar uma parceria que permite explorar e utilizar as energias, potencialidades, competências e/ou quaisquer outros meios complementares existentes e enraizar dentro da sociedade civil ou comunidades beneficiaria, práticas de prevenção da violência doméstica contra as mulheres e assim garantir por isso a continuidade dos resultados do plano conforme traçado pelas Nações Unidas e a sociedade civil;

No contexto da presente acção, será assegurada a inclusão do Governo e suas instituições numa estreita colaboração na busca de medidas, condições adequadas ou criação de leis que garantem melhor protecção de direitos da mulheres e um tratamento penal especial e apropriado contra a prática danosa do fenómeno da violência doméstica contra as mulheres, reprimindo e punindo para o efeito os actores desses actos ou práticas;

Além disso, enquanto instrumento para melhor sustentabilidade da presente acção, é preciso a criação de uma rede de parceria com as organizações da sociedade civil e de base comunitária e outras componentes da sociedade civil necessárias na prevenção e erradicação da violência em todas as suas formas contra as mulheres, nomeadamente as Direcções Provinciais do Ministério da Família e Promoção da Mulher/MINIFAMU, a Associação de apoio à Mulher policia /AAMPA, o Fórum das Mulheres Jornalistas para Igualdade de Gênero, o Fórum das Mulheres Juristas para Igualdade de Gênero, com vista à enraizar na sociedade civil angolana e as comunidades beneficiárias, os traços e práticas de prevenção da violência doméstica contra as mulheres para garantir melhor continuidade da acção;

Como agentes motores de mudança nos processos económicos, sociais e políticos, é indispensável a participação activa de mulheres nos programas de formação e capacitação para dotá-las com conhecimentos de seus direitos, deveres e defendê-los caso estiverem violados sob forma de combater a ignorância e encorajar o espirito de denuncia;

Promover as capacidades institucionais dos órgãos de defesa de direitos humanos e de mulheres e de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica.
Anonymous from
Sun, October 21, 2012 at 10.11 pm
none
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